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YouTube remove mais de 100 mil vídeos com discurso de ódio e encerra milhares de canais

Plataforma está disposta a acabar com produtores de conteúdos ofensivos

O YouTube redobrou os esforços para tentar limpar a comunidade. Foram encerrados 17 mil canais considerados nocivos e 100 mil vídeos com discurso de ódio removidos.

O trabalho é baseado em quatro princípios: remover conteúdos impróprios, levantar conteúdos que fazem parte das diretrizes, recompensar criadores e artistas de confiança e reduzir as políticas de uso.

Nos próximos meses, a plataforma divulgará mais detalhes sobre como trabalha para cumprir com cada um desses princípios. O primeiro passo se concentrará em “Remover”.

O conteúdo prejudicial é removido desde o início, mas o investimento vem acelerando nos últimos anos. Foi com esse trabalho contínuo, que nos últimos 18 meses, as visitas a vídeos que foram posteriormente eliminados por violar as políticas da plataforma foram reduzidas em 80%.

Segundo o comunicado do YouTube, antes de remover qualquer conteúdo que viole as políticas da plataforma, é preciso garantir que a linha que separa o que é removido do que é permitido esteja no lugar certo, com o objetivo de preservar a liberdade de expressão e proteger a comunidade.

Em abril de 2019, o streaming já havia anunciado que está trabalhando para atualizar a política de assédio, incluindo o assédio entre criadores.

Em 2017, a empresa garante que aumentou o uso de tecnologia de aprendizado de máquina para ajudar a detectar conteúdo que potencialmente violam as políticas e enviá-las para análise por uma equipe humana.

Mais de 87% dos 9 milhões de vídeos excluídos no segundo trimestre de 2019 foram detectados pela primeira vez pelos sistemas automáticos da plataforma como ofensivos.

Na semana passada, o YouTube atualizou o relatório de aplicativo de padrões da comunidade, um estudo que fornece mais detalhes sobre a quantidade de conteúdo que foi apagado, os motivos para sua remoção e como foi detectado pela primeira vez.

Este relatório mostra como a tecnologia que foi desenvolvida nos últimos anos ajudou a remover o conteúdo prejudicial o mais rápido do que nunca. Além disso, conclui como a experiência humana permanece crítica  nos esforços para criar políticas, revisar cuidadosamente o conteúdo e gerenciar a tecnologia de aprendizado de máquinas com responsabilidade.

Foto: Reprodução

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