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Startups crescem e crowdfunding surge como possibilidade de investimento

Se antes isso era exclusividade para as grandes companhias, agora qualquer pessoa pode investir em startups pelo método equity crowdfunding.

De acordo com a Associação Brasileira de Startups, o mercado brasileiro conta com mais de 10 mil startups.

O número de startups só cresce e os segmentos são muitos. Alguns deles são:

  • Martechs (marketing e tecnologia);
  • Logística;
  • Alimentação;
  • Educação;
  • Agronegócio etc.

No começo, o crescimento das startups era bem maior para quem trabalhava B2B (relação de empresa para empresa), mas agora o B2C (empresa para consumidor) está conquistando o seu lugar também.

Com tanto crescimento nesse setor, surge oportunidades de investimentos nessas empresas.

Se antes isso era exclusividade para as grandes companhias, agora qualquer pessoa pode investir em uma startup pelo método equity crowdfunding. Mas vamos do começo…

O que é uma startup?

Muita gente acha que startup é uma empresa nova, mas isso não é totalmente verdade, já que são necessárias outras características para que ela se encaixe nesse setor.

Antigamente, era considerada uma startup aquela que era formada por pessoas com ideias diferentes sobre como ter dinheiro.

Hoje em dia, uma nova definição, mais aceita pelos investidores, é: grupo de empreendedores que procuram novos modelos de negócio, repetíveis e escaláveis, trabalhando com altas condições de incerteza.

Geralmente, a startup tem um custo de manutenção baixo, mas lucra rapidamente e gera lucros maiores (crescendo cada vez mais).

Aonde entra o Equity Crowdfunding?

O Equity Crowdfunding é um novo jeito de investir, que é o financiamento coletivo de empresas.

Com esse modelo de investimento, qualquer pessoa pode aplicar dinheiro em uma startup e se tornar um pequeno sócio.

O bom do Equity Crowdfunding é que o investimento mínimo é baixo em comparação com outros modelos – a partir de 1.000 reais.

Dependendo da plataforma de equity crowdfunding, você pode contar com algumas facilidades, como:

  • Curadoria: startups selecionadas criteriosamente e que passam por um processo de análise.
  • Simulação do investimento: que mostra quanto você vai receber de acordo com vários cenários possíveis, variando com os indicadores do mercado.
  • Investimento online: fazer todo o processo de forma intuitiva e digitalmente.
  • Indicadores de desempenho: comparação dos investimentos que você fez ou pretende fazer.

Esse é o futuro do investimento?

De acordo com a Equity, associação dessas plataformas de investimento no Brasil, a quantidade de investimentos nas startups pelo sistema equity crowdfunding cresceu 4x de um ano para o outro (2017 a 2018).

Se em 2017 a média de investimento estava em 5 milhões de reais, o ano de 2018 chegou aos incríveis 20 milhões de reais.

O financiamento coletivo tem sido importante para os dois lados: a startup e o público.

Para as Startups…

Não é fácil começar um negócio do zero e mantê-lo funcionando e crescendo, ainda mais quando esse empreendimento é inovador e precisa encontrar o seu lugar.

Com um cenário de extrema incerteza, muitas startups crescem, mas outras acabam não seguindo em frente por falta de capital.

Quando elas recebem investimentos de outras pessoas, além de mostrar que muitos acreditam no seu negócio, também ajuda a financiar o que é necessário para que a empresa dê certo e cresça.

Para o público…

Muitas pessoas já pensaram em se tornar investidores e pequenos sócios de empresas que acreditavam que iria crescer, com o objetivo de receber esse investimento de volta e lucrar, é claro.

Mas, como isso só era possível para grandes empresas ou pessoas que tinham um alto investimento inicial, muitos brasileiros não achavam que era possível se tornar um investidor.

Por mais que esse mercado ainda seja um pouco desconhecido, muita gente descobriu que o equity crowdfunding é o modelo certo para investir pouco e ter a possibilidade de lucrar muito.

Nesse novo modelo, os consumidores podem virar sócios das empresas nas quais acreditam e ainda mudar de vida, caso a empresa dê certo.

E você, já pensou em se tornar um investidor pelo financiamento coletivo? Se ainda tem alguma dúvida sobre o assunto, deixe um comentário.

Foto: Reprodução 

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Thaynara Pinheiro

Designer de Moda, trabalha com produção de conteúdo, fotografia, moda, e tem um pé no design gráfico. Sempre disposta a ajudar e a fazer de tudo para os jobs saírem perfeitos. Responsável pela execução e criação de projetos do Portal Siará News e pela produção do programa Siará Digital.

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