Ricardo Barros em CPI da Pandemia Foto: AFP

O deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara, disse, nesta quinta-feira (12), á Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia que não foi consultado sobre a exoneração do general Eduardo Pazuello do comando do Ministério da Saúde. O congressista disse, inclusive, que apoiou a manutenção do militar no cargo.

Ricardo Barros, que já foi ministro da Saúde, também foi cogitado para retornar ao cargo na saída de Pazuello. Mas, o governo federal optou pelo nome do atual ministro, Marcelo Queiroga.

De acordo com o deputado, Eduardo Pazuello deveria ter sido mantido no cargo. “Eu defendi, publicamente, em várias entrevistas, a permanência dele no Ministério da Saúde. Não participei da exoneração, defendi a permanência dele, em função do momento de crise pelo qual nós estávamos passando”, declarou.

Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, questionou o deputado sobre se teria havido pressão do partido de Barros, o Progressistas, pela saída do general do ministério. “Não posso responder, não participei de nenhuma reunião do meu partido em que isso fosse proposto”, disse.

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