(Foto: Reprodução/Polícia Militar do Ceará)

O novo decreto estadual entrou em vigor nesta quinta-feira (18), e com ele o “toque de recolher” foi implantado no Ceará. Na primeira noite com as medidas pontos triviais movimentados em Fortaleza – como a Avenida Beira Mar, a Praça Portugal e a Praia de Iracema -, ficaram vazios, uma vez que apenas serviços essenciais podem funcionar após às 22h.

A circulação de pessoas em espaços públicos como esses estão proibidas das 17h às 5h do dia seguinte, porém foi presenciado pessoas frequentando alguns desses lugares, como a Praça das Flores, na Aldeota, e a Praia de Iracema, mesmo após o período determinado pelo Decreto.

Apesar das medidas já colocadas em práticas, alguns pontos de Fortaleza é identificada com circulação de pessoas após o fechamento de espaços públicos às 17h. Indivíduos seguiam utilizando os locais para correrem, fazer exercícios em máquinas e andarem de bicicleta, hábito frequentemente realizados em dias normais. Além disso, banhistas aproveitavam o dia ensolarado na Cidade para ocuparem alguns pontos da faixa de areia da Praia de Iracema.

(Foto: Barbara Moira)

Diante desse cenário, equipes da Polícia Militar (PM) e da cavalaria estiveram no local dispersando tanto populares quanto comerciantes que atuavam na região após o horário permitido, principalmente nas proximidades da Praia dos Crush. Na ocasião, ambulantes reclamaram da falta de aviso do Estado e da situação econômica provocada pelo limite de horário imposto.

(Foto: Reprodução/Polícia Militar do Ceará)

Na Praia do Futuro, local de movimentação intensa devido a barracas de praia, vias vazias.

“Toque de recolher” na Praia do Futuro na noite desta quinta-feira (18)
(Foto: Thiago Gadelha)

Interior do Ceará

Movimentação na primeira noite de “toque de recolher” em Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará. A Praça Matriz, um dos locais mais movimentados do município, estava vazia.

Foto: Wandenberg Belém

Agentes da Vigilância Sanitária de Iguatu estavam nas ruas orientando estabelecimentos e população sobre a necessidade de esvaziamento dos espaços.