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Oxford inicia terceira fase de vacina contra COVID-19, com testes no Brasil

Universidades do mundo inteiro estão juntas na busca de uma vacina contra a COVID-19. E a Universidade de Oxford, no Reino Unido, que também estuda a produção de uma vacina, está entrando esta semana em sua terceira fase de testes clínicos. Com isso, pelo menos 10 mil pessoas serão vacinadas em todo o país. O Brasil foi um dos escolhidos para testar a eficácia da vacina desenvolvida pela Universidade.

Nesta terça-feira (2), foi publicado no Diário Oficial a aprovação do procedimento por parte da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Duas mil pessoas participarão dos testes, realizados com o apoio do Ministério da Saúde.

Os testes serão conduzidos em São Paulo pelo Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e contam com financiamento da Fundação Lemann, no que diz respeito a toda a infraestrutura médica e de equipamentos necessários.

Ainda que não tenha sido aprovada, a vacina já está sendo produzida em larga escala, uma vez que a proposta é ter o maior número possível de doses prontas para distribuição assim que houver a aprovação.

Ainda não há uma estimativa sobre quando a vacina ficará pronta, mas os pesquisadores afirmam que entre dois a seis meses já saberão se a vacina é eficaz. Algumas questões ficam no ar, por exemplo: como ela poder ser produzida rapidamente e em larga escala ou não, se será acessível globalmente, se terá um preço razoável ou se poderá ser distribuída gratuitamente.

Confira a matéria:

Com informações do Canaltech
Foto: Reprodução

 

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Brenda Bezerra

Estudante de publicidade e propaganda, produtora de moda e criadora de conteúdo.

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