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O que você precisa saber sobre a contracepção hormonal

O uso do anticoncepcional é responsável ainda pela diminuição da libido, aumento considerável dos riscos de coágulos que podem levar a doenças degenerativas, ao câncer e acidente vascular cerebral

Estima-se  que 140 milhões de mulheres em todo  o mundo adotam a contracepção hormonal. O número representa cerca de 13% das mulheres entre 15 e 49 anos. Há mais de 50 anos os anticoncepcionais estão presentes na vida de muitas  mulheres. Seja para evitar uma gravidez indesejada, ou para garantir outros benefícios as mulheres têm cada vez mais adotado o uso de anticoncepcionais. Entre os métodos contraceptivos mais utilizados estão pílulas orais, injetáveis, a tabelinha, adesivo, minipílula, anel vaginal, implante subcutâneo, dispositivo intrauterino (DIU), preservativos feminino e masculino.

Como escolher o melhor método contraceptivo

O ideal é que escolha do melhor método seja feita em conjunto entre a mulher e o ginecologista. Para escolher a melhor forma de contracepção para a mulher, é necessário que sejam realizados exames e que o ginecologista, a partir dos resultados, determine a forma ideal para a paciente.É importante considerar as condições de saúde da paciente, seu estilo de vida, se a gravidez é uma possibilidade em seus planos e se em curto, médio e longo prazo.

O médico especialista em nutrologia e Medicina Integrativa, André Guanabara, explica que no corpo feminino os ovários são alguns dos principais órgãos responsáveis pela produção de hormônios. Com o uso do anticoncepcional, eles são bloqueados e os seus hormônios naturais são substituídos pelos sintéticos. Assim, acontece uma baixa na produção da testosterona, pois a proteína que liga os hormônios sexuais, o SHBG, aumenta com o intuito de proteger o organismo da invasão desses hormônios sintéticos. Mas essa defesa natural bloqueia a testosterona, mexendo consideravelmente com o equilíbrio dos organismo.

Ao longo das décadas, o anticoncepcional ultrapassou a barreira do uso apenas como método contraceptivo e também foi indicado para tratar outros problemas, como acne, cólicas, irregulares no ciclo menstrual e até Síndrome dos Ovários Policísticos (SOP), prejudicando assim cada vez mais o equilíbrio hormonal feminino.

Riscos da pílula

O principal problema da pílula anticoncepcional é que ela não tem estrutura molecular bioidêntica, ou seja, ela é um hormônios não compatível com nosso organismo. A pílula consiste na união de duas moléculas sintéticas, similares aos hormônios naturais de nosso organismo, o estradiol e a progesterona, justamente por serem hormônios similares e não bioidênticos; a ligação desses hormônios com o nossos receptores celulares hormonais ocorre de maneira imperfeita, explica o médico.

Desta forma, a baixa de testosterona no corpo feminino é responsável por problemas estéticos como: flacidez, celulite, diminuição de massa muscular e aumento de gordura localiza. Sem falar que essa baixa de testosterona contribui significativamente para a obesidade, aumento de doenças cardiovasculares e degenerativas, diminuição de excelência cognitiva e osteoporose.

Dr. André informa que o desequilíbrio hormonal causado pelo uso do anticoncepcional é responsável ainda pela diminuição da libido, aumento considerável dos riscos de coágulos que podem levar a doenças degenerativas, ao câncer (principalmente o de mama) e AVC (Acidente Vascular Cerebral).

Formas mais saudáveis de contracepção

Em termos metabólicos, o melhor seria o uso de preservativos. Como muitos casais têm pouca aceitação por este método, uma outra recomendação médica seria a colocação do DIU de cobre, por não interferir na produção e relação hormonal.

Foto: Divulgação

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Thaynara Pinheiro

Designer de Moda, trabalha com produção de conteúdo, fotografia, moda, e tem um pé no design gráfico. Sempre disposta a ajudar e a fazer de tudo para os jobs saírem perfeitos. Responsável pela execução e criação de projetos do Portal Siará News e pela produção dos programas Siará Digital e #SEXTOU.

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