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O Instituto Butantan vai apresentar amanhã eficácia geral da CoronaVac em testes no Brasil, diz o governo de SP

Na semana passada, o Instituto Butantan disse que a vacina atingiu 78% de eficácia em casos leves e 100% para casos graves e moderados, quer dizer, a vacina protege contra mortes e complicações mais severas da doença.

Entretanto, a eficácia global da CoronaVac, que aponta a capacidade da vacina de proteger em todos os casos, sejam eles leves, moderados ou graves, ainda não foi anunciada.

Segundo o secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, em entrevista à GloboNews nesta segunda-feira (11) que os dados da eficácia global dos testes da CoronaVac realizados no Brasil serão apresentados em coletiva de imprensa no Instituto Butantan nesta terça-feira (12).

No cálculo de especialistas, a eficácia global da CoronaVac no Brasil também deve ficar pouco acima de 60%, o que é considerado um bom índice de proteção.

A CoronaVac é uma vacina contra a Covid-19 que usa vírus inativados. Ela é desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, que é vinculado ao governo de São Paulo. De acordo com os pesquisadores chineses, a CoronaVac não apontou “nenhuma preocupação com relação à segurança”. A maioria das reações foram leves, sendo que a mais comum foi a dor no local da injeção.

Antecipação da campanha

O secretário também voltou a defender que o estado de São Paulo poderá sair na frente na campanha de vacinação contra a Covid-19, assim como foi feito na vacinação contra a gripe.

Ele manteve a data do dia 25 de janeiro, mas destacou que o estado poderá começar tão logo as vacinas sejam aprovadas e a distribuição dos imunizantes seja feita.

“É natural que as doses sejam entregues ao seu destinatário, que é o Ministério da Saúde, e essa distribuição, que acontece de forma imediata, já disponibiliza para São Paulo de forma prioritária”.

Neste sábado, porém, o diretor-geral do Instituto Butantan, Dimas Covas, confirmou que o governo federal incorporou todas as doses da CoronaVac no Plano Nacional de Imunização (PNI) e deve gerir o calendário de distribuição das vacinas em todo o país.

O secretário defendeu que a distribuição dos imunizantes deve ocorrer de forma igualitária, respeitando a necessidade de cada estado, não apenas o Amazonas, que voltou a enfrentar grave crise por conta do número de casos e mortes.

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Sofia Alves

Técnica em Produção de Moda, Criadora de Contéudo, 18.

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