O presidente eleito Jair Bolsonaro desembarcou nesta segunda-feira (10), em Brasília, para a cerimônia
de diplomação com seu vice Hamilton Mourão, marcada para às 16 horas, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os diplomas são assinados pela presidente do TSE, a ministra Rosa Weber, que abre a sessão
solene e indica dois ministros para conduzirem os eleitos ao plenário. Para a solenidade, foram
distribuídos 700 convites.

Nesta semana, a agenda do presidente eleito se mantém intensa e inclui reuniões com as bancadas do PSD, DEM, PSL, PP e PSB. Também há conversas com os governadores eleitos de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva do PSL, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite do PSDB. As reuniões ocorrem no momento em que Bolsonaro já definiu toda a sua equipe ministerial. Os 22 ministros foram escolhidos. O último nome foi anunciado ontem, domingo (9), nas redes sociais, pelo próprio presidente eleito. O advogado e administrador Ricardo de Aquino Salles para o Ministério do Meio Ambiente.

Ele é advogado e foi secretário particular do ex-governador e candidato derrotado à presidência, Geraldo Alckmin. Salles também foi secretário do Meio Ambiente de São Paulo de 2016 a 2017. Este era o último nome da equipe ministerial a ser anunciado, totalizando 22 ministérios. Também nesse domingo, Jair Bolsonaro afirmou que fará um projeto com mudanças no atual sistema de votação através da urna eletrônica. A declaração foi dada em frente à casa do presidente eleito, que saiu para ir a uma agência bancária e a um quiosque na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

O presidente eleito se reúne amanhã, terça-feira dia 11, com a bancada do PSD e com representantes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar. No dia seguinte, quarta-feira dia 12, ele almoça com a sua turma de formandos da Academia Militar das Agulhas Negras (Aman), no Clube do Exército e será a vez de conversar com o PSL, PP e PSB. Na reunião com o PSL, que é o seu partido, Bolsonaro tentará dirimir as divergências internas que geraram troca de acusações. A sigla foi a que mais cresceu nas eleições deste ano, ganhando 42 novos deputados e se tornando a segunda maior bancada da Câmara, atrás apenas do PT, que tem 56.

Com informações da Agência Brasil