EUA _ PARIS - FOTO: AFP

As atenções estão voltadas para o resultado da eleição presidencial. Enquanto isso, nesta quarta-feira os Estados Unidos abandonaram formalmente o Acordo de Paris sobre o clima.

Agora um possível retorno ao tratado internacional vai depender de quem estará na Casa Branca nos próximos anos.

O democrata Joe Biden prometeu que reintegraria o país ao acordo em caso de vitória nas urnas.

Mas, no caso de reeleição do republicano Donald Trump, o esforço global para frear o aquecimento global terá que continuar sem a maior economia do mundo.

Biden propôs um plano de um trilhão e 700 bilhões para que Estados Unidos cheguem a uma marca de zero emissões de carbono em 2050.

Por outro lado, o presidente republicano Donald Trump defende a indústria dos combustíveis fósseis e questiona a mudança climática.

Segundo o Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Mudança Climática, para conseguir manter o aquecimento ao final do século abaixo de 1,5 grau Celsius, as emissões globais devem chegar a zero em meados do século.

O objetivo foi traçado para evitar o desencadeamento de uma série de acontecimentos catastróficos que poderiam forçar a humanidade a habitar apenas nas latitudes norte e sul do planeta.