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Com o agravamento do cenário epidemiológico e o início do isolamento rígido em cidades do País, brasileiros aguardam definições sobre como será o novo auxílio emergencial.

Nesta quinta-feira, 4, o Senado aprovou a PEC Emergencial, que autoriza a recriação do benefício.

Próximos passos

O projeto foi encaminhado para Câmara dos Deputados. Como se trata de uma PEC, ainda é necessário uma votação em dois turnos pela Câmara.  Caso a proposta seja aprovada pelos deputados, sem alterações, deve ser publicada pelo Congresso. Porém, se o texto for alterado precisará voltar ao Senado para nova votação.

Início do pagamento

O benefício ainda não tem data definida. O governo ainda deverá editar uma Medida Provisória, MP, que irá determinar o calendário, além de outros detalhes, como o valor do benefício, os critérios para ter direito a ele e o número de parcelas que serão pagas.

O plano do governo é iniciar os pagamentos ainda em março, possivelmente no dia 18, mas os pagamentos seguirão um calendário ainda a ser divulgado.

Novo valor do auxílio e número de parcelas

De acordo com a proposta que está em votação, o valor deve ser de 250, abaixo dos valores pagos no ano passado. O governo também está discutindo a possibilidade de valores variáveis.

Dessa forma, para beneficiários que não tenham filhos ou dependentes, a equipe econômica defende parcelas mais baixas, com valores de R$ 125, R$ 150 ou R$ 175. No caso das mulheres chefes de família, o pagamento pode ser de R$ 375 por mês.  

Além disso, o governo prevê o pagamento de quatro parcelas, entre março e junho.

Beneficiários

O ministro da economia, Paulo Guedes, afirmou a pretensão de atender a um número menor de pessoas em relação ao ano passado, cerca de 40 milhões. Também, não há informações oficiais sobre os critérios para ter acesso ao novo auxílio.