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Contemplado pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), o estado tem plano voltado para a intensificação dos estudos de aproveitamento econômico do potencial geológico no País.

O estado do Ceará foi um dos três contemplados pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), vinculada ao Governo Federal. Repassada nesta segunda-feira (7), a informação entregue por Esteves Pedro Colgano, diretor presidente da CPRM, a Maio Júnior, titular da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedet), durante reunião realizada na capital cearense.

No contexto, Calnago deu destaque às ocorrências de minérios importantes no estado, que poderiam ser melhor aproveitados e estudados pela logística já existente no Ceará, como a ZPE e o Porto do Pecém.

“Temos jazidas importantes de calcário, manganês, ferro, vanádio, rochas ornamentais, urânio. Mas quanto mais informações tivermos, maior o potencial para atrair investidores. E a CPRM, com sua vasta experiência, pode nos ajudar muito”, afirmou Maia Júnior. “Precisamos ter informações confiáveis sobre o nosso potencial e confirmação de reservas relativas ao volume e qualidade dos nossos minerais”, completou ele.

O titular da Sedet relatou ainda a notícia de ocorrência de grafeno no solo cearense, minério bastante demandado na indústria eletroeletrônica, em baterias automotivas e telas de celulares e tablets, dentre outras aplicações. “Precisamos agora saber mais sobre esse potencial. Se for uma ocorrência mineral forte, isso vai se traduzir em riqueza importante para os cearenses”, afirmou Maia Júnior.